terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Stephen Hawking, deficiente?

Stephen Hawking, já ouviram falar? Ele é uma das mentes mais brilhantes que o nosso mundo conhece! Ele sofre de uma doença degenerativa (ELA) que vai enfraquecendo as células musculares à medida que vai progredindo. Esta doença não tem cura e é bastante incapacitante, de tal modo que Hawking está preso a uma cadeira de rodas e tem a saúde por um fio!
Vamos conhecer melhor a sua história e concluir que os deficientes só são limitados em certos aspectos.

A sua história é marcada pela superação dos limites! Em 1959, com 17 anos de idade, entrou para a University College, em Oxford, onde estudou física, concluindo o curso em 1962.

No mesmo ano, Hawking descobriu que possuía esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa que enfraquece os músculos do corpo. Mesmo doente, continuou a estudar até se tornar Ph.D. em cosmologia pelo Trinity Hall, em Cambridge. (Inglaterra em 1966).

Em 1970, Hawking iniciou o trabalho sobre as características dos buracos negros. Como resultado de sua pesquisa, descobriu que eles emitem radiação.

Em 1979, assumiu a posição de professor e retornou, durante os anos 1980, a um interesse artigo sobre as origens do Universo e como a mecânica quântica pode afectar o seu rumo.


Em 1985, enfrentou uma pneumonia e passou a necessitar de cuidados constantes. Imobilizado numa cadeira de rodas e comunicando através de um sintetizador de voz, Hawking dá continuidade à sua pesquisa. Foi co-autor em muitas publicações, como "300 Years of Gravity" e "The Large Scale Structure of Space-time" e autor de obras consagradas como "Breve História Do Tempo" (1988), "Buracos Negros, Universos Bebés e Outros Ensaios" (1993) e "O Universo numa Casca de Noz".

Stephen Hawking, responsável por contribuições fundamentais ao estudo dos buracos negros, ocupa a cadeira de Isaac Newton como professor de matemática na Universidade de Cambridge, e é considerado o mais brilhante físico teórico desde Albert Einstein.

Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mecânica quântica, o físico inglês afirma que a simbiose entre o orgânico e a máquina acontecerá em breve.

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